Paranhos cobra melhorias para o município, incluindo solução para “vielas abandonadas”

Paranhos 01.08.2022 02Na sessão, Paranhos cobrou a construção de uma nova ponte entre os bairros Progresso e Capuavinha, tendo em vista que existem recursosDemandas de melhorias para o município foram apresentadas pelo vereador Paranhos (MDB), na sessão ordinária da última segunda-feira (1º). O parlamentar destacou que a apresentação de tais cobranças, no Plenário, consiste inclusive em um auxílio à atuação do prefeito. Ele mencionou problemas diversos, como nas vielas de bairros, que estão “abandonadas, intransitáveis, [e com] esgoto a céu aberto”. E pediu a atenção e atuação urgente das equipes da prefeitura.

No pronunciamento, Paranhos também parabenizou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindsmor) pela reunião realizada recentemente com servidores públicos inativos do município, que tiveram o auxílio-alimentação suspenso após decisão judicial. Ele citou a presença da diretora do Sindicato, Márcia Muniz, na sessão plenária. E disse que essa pauta dos inativos tem o apoio da Câmara. “Vamos reiniciar a luta”, anunciou o parlamentar, no discurso.

O vereador ainda cobrou a construção de uma nova ponte entre os bairros Progresso e Capuavinha, tendo em vista que existem recursos, e a manutenção paliativa da prefeitura não solucionará o problema. “Nós vamos continuar lutando. Aquela troca de madeira, ali, pontual, não nos convenceu”, relatou. Ele também reclamou que os funcionários do posto de saúde do Jardim Paviotti, onde ocorreu caso de suspeita de envenenamento, seguem “à deriva, sem resposta”. 

REQUERIMENTO

Paranhos reclamou que os Requerimentos enviados à prefeitura, com pedidos de informação, não estão sendo respondidos no prazo. Citou, como exemplo, o Requerimento de maio, de sua autoria, que pleiteava as “notas fiscais da aquisição de material escolar em forma de kit escolar”, ainda não respondido. O parlamentar ressaltou que não descarta “tomar medidas” no caso de descumprimento, e pediu intervenção da Presidência da Câmara, visando às respostas. Conforme a Lei Orgânica, a prefeitura precisa responder dentro de 15 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, desde que com justificativa expressa, sob risco de incorrer em crime de responsabilidade.