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Para Vanderlei Soares, luta contra o racismo precisa ser permanente: “está enraizado na nossa sociedade”

VanderleiSoares 22.06.2020Na sessão remota, Vanderlei Soares lamentou que o racismo, o preconceito e a discriminação racial ainda persistam na sociedade brasileira24/06/2020 - “Na nossa sociedade surgem situações novas, como pandemia que estamos vivendo agora. Mas têm coisas que não desaparecem”. Com essas palavras, o vereador Vanderlei Soares (MDB) iniciou seu discurso na sessão remota da Câmara, na última segunda-feira (22). O parlamentar se referia ao racismo, ao preconceito e à discriminação racial que ainda persistem na sociedade brasileira, passados mais de 130 anos da abolição da escravatura, em 1888.

“Nós precisamos continuar lutando contra isso, contra a discriminação racial, o preconceito”, afirmou Vanderlei, no pronunciamento, cuja íntegra está disponível neste link. O parlamentar lembrou que os atuais debates sobre o assunto foram intensificados com os casos de violência policial contra negros registrados nos Estados Unidos (com o assassinato de George Floyd) e em Diadema- SP (onde a PM é suspeita do assassinato do jovem Guilherme, de 15 anos).

“Isso [o racismo], infelizmente, está enraizado na nossa sociedade, pois já vem desde a época da colonização”, afirmou o vereador, lembrando que o Brasil foi um dos últimos a abolir a escravidão. Mesmo assim, explicou, o país  não deu oportunidade aos negros que deixaram de ser escravizados, não garantindo a eles condições igualitárias de trabalho, moradia, educação. “E desde lá não conseguimos recuperar, ainda, as condições [ideais] para essas pessoas”, lamentou. 

Vanderlei defendeu as cotas raciais, como forma de viabilizar, aos negros, as “condições de se conseguir mais dignidade”; e o serviço público como um caminho de entrada no mercado de trabalho, sem discriminações. Citou, ainda, que estatísticas comprovam que a maior parte dos jovens que morrem no país, vítimas de violência, são negros. E defendeu a igualdade. “Vidas negras importam, assim como importam as amarelas, vermelhas e as brancas”, concluiu.

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